Diretoria da Associação Comercial de Cuiabá aponta alívio com rejeição da Assembleia ao projeto de feriadãoPresidência e membros da diretoria da Associação Comercial e Empresarial de Cuiabá (ACC) se reuniram na tarde desta terça-feira (23.03), por videoconferência, para apontar soluções e discutir posicionamentos frente às medidas adotadas pelo governo do Estado no combate à pandemia. Contrários ao fechamento do comércio, os diretores registraram diversas dificuldades do setor e reafirmaram a gravidade da situação.Enquanto discutiam, o grupo recebeu a informação de que o projeto de lei encaminhado pelo governo à Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), propondo a antecipação de feriados, foi rejeitado pela maioria dos parlamentares, incluindo os da base governamental.“É um alívio muito grande receber essa informação, já tínhamos o posicionamento de alguns deputados a favor do comércio e reforçamos o diálogo, conseguimos reverter essa situação, que seria muito penosa para os empresários, já tão desgastados”, declarou o presidente da ACC, Jonas Alves.O diretor Orivaldo Júlio Alves reforçou que a transmissão da doença se deve ao fato da pouca conscientização da população, falta de investimentos na saúde e de fiscalização nas festas clandestinas, reuniões familiares e outros ambientes, e não ao trabalho do comércio.“O comércio não é o foco da pandemia, temos que aprender a conviver com a doença, com conscientização, uso correto da máscara, álcool em gel e medidas que todos estão cansados de saber, e não fechar o comércio. Enquanto não houver vacinação em massa da população, vamos continuar sendo penalizados”, defendeu o diretor, ex-vereador por Cuiabá. Em coro, os diretores Osvaldo Martinello, Antônio Menegassi, Mariza Bazo, Andrea Tereza de Rezende e Arnaldo Felício ressaltaram a importância do comércio para manter os empregos e geração de renda da população.“A responsabilidade é do governo em promover a saúde da população, pois teve um ano para se preparar para o pior da pandemia. O comércio está fazendo a sua parte, porque no ambiente de trabalho as medidas são cumpridas, mas não estamos vendo fiscalizações efetivas nas aglomerações. O que falta é controle do governo”, opinou Osvaldo Martinello.Já Mariza Bazo reafirmou que “o comércio não é o vilão dessa história, não adianta fechar o comércio se as pessoas não se conscientizarem”, concluiu.Também participaram da reunião os diretores Roberto Peron, Manuel Gomes, Raul Homem Moreira de Carvalho, Roque Edu Alves, além da gerente da ACC, Samanta Fernandes, da executiva da Facmat, Rita Matos, e das assessoras de Marketing e Comunicação da ACC, Mariana Pirani e Luciane Mildenberger, respectivamente.Fonte: Assessoria de Imprensa da ACC
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