Reunião discute medidas para amparar pequenas e médias empresas da indústria, comércio e setor de eventosO deputado Carlos Avallone (PSDB), presidente da Comissão de Indústria, Comércio e Turismo da Assembleia Legislativa, coordenou esta manhã uma reunião extraordinária dos deputados com representantes do setor produtivo e a participação da bancada federal através do senador Wellington Fagundes (PL) e do deputado federal Dr. Leonardo (SD). O empresário Arnaldo Felicio Filho, diretor da Facmat e da Associação Comercial e Empresarial de Cuiabá (ACC), representou as entidades na ocasião. A reunião discutiu os impactos das novas medidas adotadas para conter a expansão da Covid-19 no setor econômico, na busca de soluções que permitam a sobrevivência das empresas e a preservação dos empregos. As conclusões das discussões virtuais com representantes dos segmentos serão levadas ao governador.Os empresários pediram a ampliação dos prazos para pagamento dos financiamentos na Desenvolve MT, que financia infraestrutura física, máquinas, equipamentos e capital de giro para microempreendedores individuais, micro e pequenas empresas, especialmente, além do Fungetur que ampara o setor de turismo.No plano federal, representantes do segmento de eventos pediram apoio da bancada federal para agilizar a aprovação de um projeto de lei em tramitação no Congresso, a exemplo do PL que atendeu o segmento da cultura – que reivindica dilação dos prazos para os projetos da Lei Aldir Blanc. Também foi pedida prorrogação do Pronamp por mais um anoEm MT a Desenvolve MT também deve ser fortalecida, com maior aporte de recursos para investimentos, para que o dinheiro chegue à ponta, aos micro e pequenos empresários que são os mais afetados pela pandemia. "A Assembleia inclusive deve participar deste aporte, a exemplo do que já foi feito para a saúde e segurança", explicou Avallone.A comissão discutiu também propostas de novos prazos para os impostos cobrados de alguns segmentos do comércio e indústria que não estão podendo trabalhar e não tem como cumprir com estes encargos agora.Os participantes defenderam também algumas flexibilizações no decreto que estabeleceu as novas normas para as atividades econômicas. "No setor de supermercados, por exemplo, a redução dos horários gerou mais aglomeração e mesmo tumulto com uma corrida às compras de bens essenciais, com medo do desabastecimento. Não existe desabastecimento, mas a extensão dos horários seria um bem para a saúde, pois evitaria as aglomerações", explicou o deputado. (Com informações da Secom da ALMT)
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