MT Vencendo a Covid-19 recebe mais uma remessa de medicamentos doados pela Associação Comercial de CuiabáA Associação Comercial e Empresarial de Cuiabá (ACC) destinou mais uma remessa de medicamentos utilizados no tratamento contra os sintomas do novo coronavírus. A doação foi para a campanha “MT Vencendo a Covid-19”. A entrega de 550 ampolas de remédio aconteceu nesta quarta-feira (26.08), na sede da entidade. “Com a união dos nossos associados conseguimos contribuir mais uma vez com essa campanha que está salvando vidas, com o cuidado precoce dos pacientes no nosso município e no Estado”, declarou Jonas Alves, presidente da ACC.Segundo ele, a Associação Comercial tem uma importante função social e, através do apoio à campanha, a entidade vem colocando em prática esse princípio. “Temos o compromisso com o empresário e também com a sociedade, precisamos ajudar no que for preciso para contribuir e salvar vidas”, frisou.A médica Christiane D'Oliveira, que lidera a campanha em Mato Grosso, explica que o medicamento doado pela Associação Comercial, um anticoagulante, é essencial para o tratamento de pacientes na segunda fase da doença. “Esse medicamento é extremamente necessário, ele segura o paciente e o tira da segunda fase, que é a fase inflamatória”, pontuou.Ela prossegue, alertando que os casos têm diminuído no Estado, mas nem por isso, os cuidados devem ser deixados de lado. “Estamos com muito menos casos do que tivemos no mês passado, mas ainda precisamos de cuidados da população. Orientamos que as pessoas procurem o médico ao sentir os primeiros sintomas, para que sejam acompanhados e diminua o risco da evolução para a segunda fase e da evolução grave”, completou a médica.No início desta semana, Christiane fez parte da comitiva de médicos de todo o país que integram a campanha “Brasil Vencendo a Covid-19”, Eles estiveram reunidos em Brasília, com o presidente Jair Bolsonaro e membros do Ministério da Saúde.“O encontro teve o objetivo de agradecer o presidente por ser sensível ao ato médico e entender a autonomia do médico na prescrição e acompanhamento dos seus pacientes. Também fomos nos solidarizar com as vítimas e ainda solicitar que os medicamentos para a segunda fase sejam disponibilizados na rede pública de saúde”, comentou a médica.
Fonte: Assessoria de Imprensa ACC
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