Empreendedorismo é destaque nas palestras do Encontro Estadual das Associações Comerciais de MTDefinido como a capacidade que uma pessoa tem de identificar problemas e oportunidades, desenvolver soluções e investir recursos na criação de algo positivo para a sociedade, o empreendedorismo, que pode ser um negócio, um projeto ou até mesmo um movimento foi tema de duas importantes palestras durante o Encontro Estadual das Associações Comerciais e Empresarias de Mato Grosso, na última semana, em Cuiabá. O evento foi promovido pela Federação das Associações Comerciais e Empresariais de Mato Grosso (Facmat), no Centro de Eventos do Pantanal, na Capital.Com uma longa e admirável história à frente das lojas Martinello Eletrodomésticos, o empreendedor Osvaldo Martinello, diretor da Associação Comercial e Empresarial de Cuiabá (ACC), apresentou um balanço da empresa ao longo de mais de 30 anos de operação em Mato Grosso e comparou com os “Desafios da Pandemia”.Segundo o empresário, hoje o consumidor está cada vez mais ávido por informações referentes ao produto, à compra e a empresa, sendo imprescindível que os estabelecimentos se mantenham atuais e inovadores.“O consumidor está cada vez mais vigilante, confere tudo, inclusive nas vendas e-commerce. Ele gosta de acompanhar todo o processo, se o produto foi colocado na transportadora, se foi faturado, nós percebemos isso e temos que aprimorar cada vez mais essas necessidades do consumidor, porque fazem parte da experiência de compra”, contou Martinello, que inaugurou a primeira loja do grupo em 1989, no município de Lucas do Rio Verde. Atualmente, o Grupo Martinello conta com 93 filiais em 61 cidades mato-grossenses, possui frota própria de caminhões para distribuição e entrega de mercadorias e cerca de 2.800 colaboradores, com 100% de operação própria.O resultado positivo, aponta o empresário, refere-se, ao bom atendimento ao cliente. “Temos que entender que mesmo avançando em tecnologia, não podemos nos esquecer de que o básico precisa ser bem feito. Sempre digo para o meu pessoal de que o consumidor que vai à loja precisa ter a sensação de bem-estar”, explica. “Por exemplo, um cliente que vai comprar um roupeiro, passa por pelo menos cinco fases de experiência no atendimento, se uma dessas fases falha, vai diminuir a experiência de compra e ele vai para o concorrente”, completou Martinello.
Fonte: Assessoria de Imprensa Facmat
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