Aprovação da Reforma Tributária é adiada para ano que vem
Após meses de discussão com representantes da classe empresarial de Mato Grosso, o governo do estado decidiu encaminhar a minuta da Reforma Tributária para aprovação da Assembleia Legislativa apenas no ano que vem. Essa decisão foi apresentada na reunião realizada nesta terça-feira, 20, na Sefaz, com a presença dos presidentes das federações que representam o comércio e vários empresários. O presidente da Federação das Associações Comerciais e Empresariais de Mato Grosso – FACMAT, Jonas Alves participou da reunião.
De acordo com o secretário de Fazenda de Mato Grosso, Gustavo Oliveira, a decisão de adiar a votação da Reforma Tributária se deu pelo fato da Assembleia Legislativa estar com a pauta bastante carregada neste fim de ano e também para terem mais tempo de discutir as mudanças, para que o trabalho seja feito da melhor maneira possível, sem pressa.
Para o presidente da Frente Parlamentar em Defesa do Comércio de Bens, Serviços e Turismos, o deputado estadual Oscar Bezerra, o tempo a mais para discutir a mensagem traz mais segurança às mudanças que estão por vir. “Chegamos ao melhor entendimento. Vamos debater em 2017 e, assim, esclarecer todas as dúvidas. Além disso, a vigência apenas em 2018 nos dá mais tempo para tentarmos sair da crise econômica antes de implantar as mudanças. Era uma das principais preocupações dos empresários o impacto que uma nova legislação, que vai mudar tanta coisa no Estado, em um ano em que passamos por tantas dificuldades”, explicou o parlamentar.
O presidente da FACMAT, Jonas Alves, destacou a grande união dos líderes empresariais e, principalmente ao trabalho da Frente Parlamentar, que não mediu esforços para atender os anseios dos empresários. “Agradeço imensamente o engajamento de todos os representantes do setor produtivo e dos deputados da Frente Parlamentar nas negociações sobre a Reforma Tributária. É importante salientar que esta vitória não foi apenas dos empresários, mas de toda a sociedade mato-grossense, que seria a maior afetada caso a Reforma fosse aprovada às pressas. Precisamos continuar as discussões no próximo ano, com calma e sem atropelos, para que consigamos chegar num resultado que atenda a todos de maneira satisfatória”, finalizou.
Fonte: Assessoria de imprensa ACC / FACMAT
Foto: Assessoria de imprensa da Fecomercio
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