Entidades pedem redução de valor cobrado na destinação final de resíduos sólidos de grandes geradoresSegunda reunião entre a Promotoria de Justiça de Mato Grosso, Secretaria Municipal de Serviços Urbanos de Cuiabá (SMSU) e representantes de Associações e Sindicatos debateu mais uma vez a destinação final de resíduos sólidos dos grandes geradores, em especial o valor cobrado pela empresa proprieta´ria do aterro privado, a CGR Ambiental. O presidente da Associação Comercial e Empresarial de Cuiabá (ACC), Jonas Alves, e o diretor Manuel Gomes estiveram presentes na reunião ocorrida na sede da Promotoria de Justiça, nesta quinta-feira (04.04).O promotor de Justiça Gerson Barbosa intermediou a discussão entre os empresários e o proprietário do aterro sanitário CGR Ambiental, Eliezer Pereira do Lago, que explicou que o valor atual cobrado por tonelada de lixo, R$ 180,00, é justo, pois existem encargos a serem cumpridos. Ele explicou que o transporte dos resíduos e as licenças ambientais encarecem o serviço.O presidente da ACC, Jonas Alves, colocou em pauta que o aterro sanitário poderia se sensibilizar e abaixar o valor de R$ 180,00, já que em outras cidades, a exemplo de Campo Grande, o valor cobrado é de R$ 106,00. “Estamos aqui para discutir o assunto e tentar baratear esse valor”, explanou durante a reunião.A Prefeitura de Cuiabá, que cancelou a coleta de lixo dos grandes usuários, foi representada pelo secretário de Serviços Urbanos de Cuiabá, José Roberto Stopa. Na ocasião ele propôs que em 10 dias empresários e Prefeitura validem um acordo que seja repassado ao Ministério Público e se colocou à disposição para intermediar com empresas para realizar a coleta seletiva. Stopa solicitou ao presidente do Sindicato de Hote´is, Restaurantes Bares e Similares de Mato Grosso (SHRBS-MT), Luis Carlos Oliveira Nigro, que apresente uma lista com a relação dos estabelecimentos, por região de Cuiabá, para fazer uma intermediação com as empresas cadastradas de coleta e fechar a coleta seletiva.“Com a lista dos grandes geradores, faremos um plano de coleta, pois só a rota do plano de coleta já barateia muito o custo operacional”, afirmou o secretário. Novas reuniões devem ser realizadas para que o assunto seja resolvido de forma definitiva. Fonte: Assessoria de Imprensa da ACC
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